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O papel da comunicação no projeto de vida das crianças e jovens

O papel da comunicação no projeto de vida das crianças e jovens

A nossa casa de acolhimento, no dia 24 de outubro, a convite da Equipa de Gestão de Vagas da Segurança Social de Braga, dinamizou uma sessão de trabalho em torno d’ “O papel da Comunicação no projeto de vida das crianças e jovens”.  Esta sessão de trabalhos faz parte de um conjunto de sessões que a Segurança Social tem vindo a proporcionar através de convites às diferentes casas de acolhimento.

Recebemos na nossa casa a equipa da Segurança Social e elementos das equipas técnicas e educativas das seguintes casas de acolhimento: Associação Social Cultural e Recreativa da Apúlia – ASCRA, Associação Teatro em Construção – ATC, Centro Cultural e Social de Santo Adrião e Centro Juvenil de São José- CJSJ.

A sessão de trabalhos iniciou com uma visita guiada pelos diferentes espaços da Casa (apartamento de autonomia, apartamento de pré-autonomia, espaço dos mais pequenos/bebés, etc.). Após a visita, demos início aos trabalhos sustentando a nossa intervenção com uma apresentação em powerpoint acerca do tema. Esta sessão serviu para dar a conhecer a experiência do nosso trabalho quotidiano com as nossas crianças e jovens, bem como a partilha de saberes entre todas as Casas.  A apresentação foi o ponto de partida para uma troca de experiências e perspetivas dos diferentes técnicos.

O debate focou-se essencialmente na relevância da boa comunicação para a definição e concretização de projetos de vida das crianças e jovens, com medida de acolhimento residencial. Destacou-se a importância do saber ouvir (escuta ativa) numa relação de empatia e de total confiança, recorrendo a uma linguagem clara e comum a todos os envolvidos (técnicos, educadores, crianças/jovens, pares, entidades parceiras). A comunicação é um meio, por excelência, para criar uma relação assente em ligações e pilares fortes.

Para terminar esta sessão, foi oferecido um almoço-convívio que permitiu dar continuidade à troca de ideias sobre o caminho a percorrer em relação ao acolhimento residencial e favorecer  laços entre as equipas das Casas de acolhimento.

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